28/09/2012 - Seminário questiona teses e estratégias pró-aborto. Especialistas debateram "O Estado Brasileiro entre a Vida e a Morte". Com Dra. Renata Gusson.

"A prática do aborto é corrente na história da humanidade. Foi legalizado na Rússia nos anos 1920 e na Inglaterra na década de 1950. Mas o que se vê hoje é uma idealização do aborto, considerado como um progresso da humanidade. Isso não tem precedentes", avaliou a bioquímica e mestre em ciências Renata Gusson, durante o seminário.

No encontro, realizado para debater a necessidade de manter uma postura pró-vida e antiaborto, Dra Renata também criticou o uso de células de crianças abortadas em laboratórios de pesquisas. Ela classificou essa prática como "um arremedo de ciência, uma ciência com c minúsculo que, às vezes, é puramente ideológica".

A palestrante abordou ainda um panorama histórico da disseminação de políticas pró-aborto, remontando à década de 1950 e ao Conselho Populacional, criado nos EUA pela Fundação Rockefeller.